é o coração verde do Negras: um território de cultivo que respeita os ciclos da natureza. Ali, a ciência e a experiência popular se entrelaçam promovendo a germinação de mudas, ideias e novas práticas para adiar o fim do mundo.
Encontros formativos que valorizam a troca de conhecimentos tradicionais, onde a sabedoria ancestral se encontra com as práticas para fortalecer a identidade, a resistência e mobilizar transformação.
Há saberes que dançam, cantam e contam histórias. Aqui, arte e cultura são chão fértil para educar contra o racismo e o sexismo — e para semear mundos mais justos, onde todas as vozes florescem.